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Efeitos de concentrações de ácido indolbutírico no enraizamento de estacas de pau-brasil (Caesalpinia echinata LAM.) em hidroponia

Processo: 07/54474-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2007
Vigência (Término): 30 de novembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Silvicultura
Pesquisador responsável:Sérgio Valiengo Valeri
Beneficiário:Ariadne Felicio Lopo de Sá
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Caesalpinia echinata   Mudas (plantas)   Estacas (plantas)   Hidroponia   Propagação vegetal   Reprodução assexuada

Resumo

Restaram poucas matrizes de Caesalpinia echinata Lam. (pau-brasil) em remanescentes de Floresta Atlântica e suas sementes apresentam baixa longevidade. O presente trabalho tem por objetivo determinar a necessidade e a dose apropriada de ácido indolbutírico no enraizamento de estacas para a produção de mudas da espécie florestal nativa Caesalpinia echinata em sistema de hidroponia. Serão usadas cerca de 150 mudas de pau-brasil, procedentes de Luiz Antônio - SP, produzidas em saco de plástico de 1,0 L de solo. O experimento será realizado no Viveiro Experimental de Plantas Ornamentais e Florestais da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da UNESP Jaboticabal - SP. O material vegetal básico será constituído de mini-estacas de 5 cm coletadas de brotações das mudas. As estacas serão colocadas para enraizar no sistema de hidroponia, onde as bases destas serão tratadas pelo método de imersão rápida (IR), durante 5 segundos, em solução alcoólica (50% de álcool) nas seguintes concentrações de ácido indolbutírico (AIB): 0, 1000, 3000 e 5000 mg L-1 e imersão lenta (IL) na mesma solução alcoólica (5% de álcool) durante 14 horas, nas seguintes concentrações de AIB: 0,100, 200 e 400 mg L-1. O ambiente de enraizamento será o de casa de vegetação sob nebulização intermitente. As estacas enraizadas serão transferidas para área de crescimento com redução de 30% de luz, por um período de aproximadamente 30 dias e em seguida permanecerão a pleno sol para aclimatação. Serão realizadas avaliações de porcentagem de enraizamento das estacas e crescimento das mudas produzidas. (AU)