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Análise morfológica de túbulos de Malpighi e ventrículo de operárias recém emergidas de Apis mellifera (hymenoptera:apinae) tratadas com fipronil e ácido bórico

Processo: 05/00848-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2005
Vigência (Término): 30 de junho de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Osmar Malaspina
Beneficiário:Daiane de Jesus
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Toxicologia   Abelhas   Apoptose

Resumo

1. RESUMOAs abelhas sendo insetos polinizadores contribuem para a manutenção das espécies vegetais no nicho ecológico onde vivem. Contudo alguns compostos químicos encontrados em inseticidas utilizados na agricultura, como o fipronil, ou lançados no meio com resíduos industriais, como o ácido bórico, são tóxicos para as abelhas, comprometendo sua qualidade de vida e podendo ser letal. Diante dessas considerações, este trabalho se propõe a avaliar a atividade tóxica desses compostos químicos submetendo abelhas a tratamento com os mesmos em laboratório, a fim de analisar as alterações morfológicas do ventrículo e túbulos de Malpighi, órgãos relacionados à absorção e excreção respectivamente, e as alterações citoplasmáticas e nucleares das células desses órgãos. Para o experimento serão coletadas operárias recém-emergidas no apiário do Departamento de Biologia da Unesp-Rio Claro/SP e mantidas em condições de confinamento. As abelhas serão tratadas com ácido bórico e fipronil (separadamente) misturados ao alimento (Candy). Posteriormente, as abelhas serão dissecadas para a remoção do ventrículo e túbulos de Malpighi, os quais serão fixados em paraformaldeído a 4% em tampão fosfato de sódio 0,1M (pH 7,4) para microscopia óptica (MO), e em glutaraldeído 2,5% em tampão cacodilato de sódio 0,2M, pH 7,4 para microscopia eletrônica de transmissão (MET). Em seguida, estes órgãos serão processados rotineiramente para a inclusão em historesina (MO) e Epon-Araldite (MET). Este trabalho fornecerá dados importantes sobre o efeito tóxico dessas substâncias nos órgãos analisados, auxiliando uma futura utilização de abelhas como bioindicadores em estudos toxicológicos.