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Papel das vias de transdução de sinal envolvendo Pl3K, MAPKs e NF-kB na falência de migração do neutrófilo e nas alterações hemodinâmicas induzidas por sepse grave

Processo: 05/51833-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2005
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2006
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Fernando de Queiroz Cunha
Beneficiário:Danielle da Glória de Souza
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:01/07838-2 - Reação inflamatória: mediadores envolvidos na gênese da dor, migração e ativação de leucócitos e septicemia, AP.TEM

Resumo

O quadro de sepse constitui um grave problema, relacionado com altas taxas de mortalidade, especialmente em unidades de tratamento intensivo. Vários autores têm, nos últimos anos, se dedicado ao entendimento da fisiopatologia da doença. Entretanto, os avanços no tratamento da sepse têm sido pequenos. Entre os fenômenos relacionados com a alta taxa de mortalidade podemos ressaltar: alterações hemodinâmicas acentuadas, resposta inflamatória sistêmica exacerbada, lesão de órgãos secundários, como por exemplo, o pulmão e a falha da migração de neutrofilos para o foco infeccioso com conseqüente proliferação de bactérias. Acredita-se que os mediadores pró-inflamatórios são iniciadores de uma cascata de eventos que levam à falência de múltiplos órgãos. Para induzir a ativação e migração dos leucócitos, as citocinas induzem uma série de vias intracelulares de sinalização que ainda são pouco compreendidas. É nossa hipótese que estratégias que limitem a resposta inflamatória sistêmica, sem, entretanto, prejudicar uma migração eficiente de neutrofilos para o combate de bactérias, seja um bom caminho para diminuir a mortalidade associada com sepse. Neste trabalho, o nosso objetivo é entender o papel das vias de transdução de sinal envolvendo PI3K, MAPKs e NF-kB e possível ativação de GRKs nas alterações cardiovasculares e falência migratória induzida pela sepse. (AU)