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Análise qualitativa dos fatores de risco em crianças com queixa de gagueira sem recorrência familial

Processo: 10/02533-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2010
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Cristiane Moço Canhetti de Oliveira
Beneficiário:Denise de Souza Cunha
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil
Assunto(s):Fluência   Gagueira   Fatores de risco

Resumo

A fala infantil está sujeita a apresentar alterações na fluência devido ao processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem. Freqüentemente estas disfluências são caracterizadas como comuns ou típicas, ou seja, hesitações, repetições de palavras inteiras, de frases ou de partes de frases, revisões, interjeições ou palavras não terminadas. Estas rupturas na fala tendem a desaparecer com o tempo (em geral duram no máximo seis meses). Porém, algumas crianças podem apresentar disfluências atípicas ou gagas que correspondem as principais manifestações da gagueira e chamam a atenção do ouvinte.O diagnóstico da disfluência/gagueira infantil é de extrema relevância na fonoaudiologia, pois a definição do quadro clínico apresentado pela criança irá nortear a melhor conduta terapêutica a ser utilizada, e conseqüentemente favorecer a obtenção da fluência. O principal objetivo da história clínica na disfluência infantil é conhecer os fatores de risco para o desenvolvimento da gagueira crônica, a saber: idade, gênero, tipo e tempo de surgimento das disfluências, tipologia das disfluências, fatores comunicativos e qualitativos associados, histórico mórbido, fatores estressantes psicossociais, histórico familial, reação e atitude familiar, reação social e da criança, orientação profissional anterior (ANDRADE, 1999, 2006).Portanto, o objetivo deste projeto é analisar qualitativamente a relação entre o gênero, idade, tempo de duração e tipologia das disfluências, fatores estressantes físicos e emocionais em crianças com queixa de gagueira sem recorrência familial do distúrbio. Serão inclusas 40 crianças sem distinção de gênero, escolaridade ou nível sócio-econômico-cultural. Os requisitos de inclusão dos participantes serão: idade entre 3 anos e 11 meses, ser falante nativo do português brasileiro, não apresentar déficit neurológico, auditivo, cognitivo e/ou visual, apresentar queixa de gagueira por parte dos pais ou familiares e uma pontuação maior na coluna alto risco para a cronicidade da gagueira do Protocolo de Risco para a Gagueira do Desenvolvimento - PRGD (Andrade, 2006). Os dados obtidos neste estudo serão analisados quantitativamente por meio de método estatístico.

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