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PLE em síntese orgânica: imobilização e aplicação em reatores

Processo: 05/01582-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2005
Vigência (Término): 31 de outubro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química
Pesquisador responsável:Henrique Celso Trevisan
Beneficiário:João Batista de Medeiros
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Reatores biológicos   Imobilização de enzimas   Biocatálise

Resumo

O uso de biocatalisadores em síntese orgânica, especialmente enzimas, tem recebido bastante atenção desde o início da década de 1980. Vantagens associadas aos biocatalisadores têm incitado interesse tecnológico no tema. Lipases, esterases e proteases são as enzimas mais aplicadas em síntese orgânica. Entre elas, algumas lipases e uma esterase (esterase de fígado de porco: porcine liver esterase - PLE) têm recebido especial atenção. A imobilização permite que a enzima seja facilmente separada do meio reacional e reutilizada. Outra vantagem é o uso em reatores contínuos. Enzimas de maior interesse comercial têm sido disponibilizadas na forma imobilizada. O reator de leito fixo é o que apresenta melhor desempenho e a primeira opção para um processo contínuo. Considerando a importância da PLE bem como de sua imobilização e aplicação em reatores, a proposta é isolá-la, imobilizá-la e estudar o seu uso em reatores. Foram escolhidos compostos de interesse em química fina, dando-se preferência a farmacêuticos. A enzima será imobilizada em sílica produzida no laboratório e caracterizada quanto à atividade e estabilidade operacional. Estes estudos serão conduzidos com dois intermediários de interesse na síntese de fármacos, permitindo estabelecer o uso da PLE em reatores de batelada e reciclo.