Busca avançada
Ano de início
Entree

Diversidade e abundância de aves no sub-bosque de florestas nativas e eucaliptais antigos

Processo: 09/14778-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2009
Vigência (Término): 31 de maio de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia
Pesquisador responsável:Marco Aurelio Pizo Ferreira
Beneficiário:Ileyne Tenório Lopes
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Eucalipto   Mata Atlântica   Ecologia de comunidades

Resumo

A Mata Atlântica é um dos ecossistemas mais devastados e mais seriamente ameaçados do planeta, conseqüentemente a necessidade de ação para conservação deste hotspot é urgente. O estado de São Paulo apresenta apenas 7 % de sua cobertura vegetal original e apesar de ser o Estado que mais possui remanescentes deste bioma, a maior parte deles encontra-se na forma de pequenos fragmentos, isolados, pouco conhecidos e mal protegidos. Neste contexto os fragmentos florestais e habitats secundários ganham enorme importância, pois apesar de historicamente pouco estudados pelas iniciativas conservacionistas são capazes de conservar a biodiversidade local, permitindo a manutenção de relações ecológicas, mesmo que em pequena escala. Os objetivos do trabalho serão avaliar a diversidade e abundância de espécies de aves de sub-bosque na Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade (Feena), comparando fragmentos de floresta nativa secundária com talhões de Eucalyptus spp em regeneração há mais de 90 anos. Adicionalmente, serão medidas características estruturais dos ambientes, como estratificação vertical e densidade do sub-bosque, para que possíveis correlações entre aves e hábitats sejam quantificadas, permitindo inferências sobre a utilização dos ambientes pelas espécies de aves. O método a ser utilizado neste estudo será captura, marcação e recaptura de aves, que se pretende realizar com sete redes de neblina (12 x 3 m, 25 mm), armadas em linha dentro de cada local. As redes serão abertas no período da manhã (das 6h às 12h) e conferidas a cada 30 minutos. As aves serão capturadas em épocas seca e chuvosa, em três repetições espaciais de cada ambiente. Assim totalizando um esforço amostral de 900 horas/redes por tipo de ambiente.