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ESTUDOS DA PARTICIPAÇÃO DE UMA PROTEÍNA DE 21 kDa NA INVASÃO DE CÉLULAS IN VITRO E IN VIVO POR FORMAS AMASTIGOTAS EXTRACELULARES DE Trypanosoma cruzi.

Processo: 10/13404-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2010
Vigência (Término): 30 de setembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Renato Arruda Mortara
Beneficiário:Laís Flávia de Oliveira
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/61450-0 - Estudos moleculares do Trypanosoma cruzi e de sua interação com células e fatores do hospedeiro in vitro e in vivo, AP.TEM
Assunto(s):Coinfecção   Invasão celular   Trypanosoma cruzi

Resumo

Trypanosoma cruzi é um protozoário flagelado agente etiológico da doença de Chagas. Nos processos de invasão celular por diferentes formas evolutivas de T. cruzi estão envolvidos mecanismos que culminam na entrada do parasita na célula e aumento da infecção. Além das formas infectivas evolutivas mais estudadas, tripomastigotas metacíclicos e os tripomastigotas de cultura de tecido (TCT), foi demonstrado que a forma amastigota extracelular também é capaz de invadir células, e desse modo auxiliar na infecção. Frequentemente são encontradas infecções mistas, da mesma espécie ou espécies diferentes, em hospedeiros mamíferos imunossuprimidos. Essas coinfecções entre patógenos intracelulares podem apresentar intermodulações específicas, nas quais pode ocorrer a alteração no padrão de infectividade desses organismos, ou mudança na composição da membrana, no tráfego intracelular, no conteúdo dos vacúolos parasitóforos. Além disso, nesse processo pode ocorrer a modulação da sobrevida e multiplicação de um ou ambos os parceiros da fusão. Variações geográficas na prevalência de formas clínicas e na morbidade decorrente da doença de Chagas são freqüentemente relatadas; entretanto a base molecular desta variabilidade continua desconhecida. Essas diferenças podem estar relacionadas às características genéticas e imunológicas de cada população, mas acredita-se que a variação genética pode ser a principal determinante para o tropismo tecidual e conseqüentemente pelas diferentes formas clínicas da doença uma vez que diferentes grupos filogenéticos definidos para T. cruzi mostram perfis de infectividade distintos. O estudo da coinfecção pode revelar diferenças de infectividade e da modulação entre os diferentes grupos colaborando para uma melhor compreensão de seus comportamentos biológicos. Dessa forma, o presente projeto visa estudar a infecção mista de diferentes isolados (G, CL e Y) em comparação a infecção simples. Para tanto dois vetores de expressão em T. cruzi, pTREX-GFP e pTREX-DsRED, serão utilizados para a visualização e a distinção dos diferentes isolados.

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