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Persistência de cloreto de mepiquat em plantas de algodão em função da precipitação

Processo: 03/02792-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2003
Vigência (Término): 31 de julho de 2004
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Ciro Antonio Rosolem
Beneficiário:Alessandra Elena Miggiolaro
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Chuva   Cloreto de mepiquat   Algodão

Resumo

A grande quantidade de massa verde produzida pela planta do algodoeiro dificulta um melhor aproveitamento dos elementos nutritivos alocados para a formação das fibras. O grande desenvolvimento das plantas tem contribuído para o baixo rendimento verificado devido a dificuldades existentes na execução dos tratos culturais e fitossanitários como também na operação de colheita. A utilização de reguladores de crescimento permite ainda, melhores condições de cultivo. A melhor época de aplicação dos reguladores de crescimento recomendada no Brasil corresponde a um período de grandes índices de pluviosidade. Existe, portanto, grande risco de produto ser lavado pela água das chuvas, sem ter sido absorvido pelas plantas. Sendo assim, seria necessário reaplicar a quantidade de produto perdida para que este possa exercer o efeito esperado. O presente trabalho visa o estudo do comportamento de plantas de algodão submetidas à aplicação de regulador de crescimento à base de Cloreto de Mepiquat quando-sujeitas a diferentes doses do produto e precipitações pluviométricas ocorrendo em diferentes tempos após a aplicação do produto. (AU)