| Processo: | 08/53230-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Simone de Pádua Teixeira |
| Beneficiário: | Giseli Donizete Pedersoli |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Copaifera langsdorffii Leguminosae Ontogenia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Copaifera | Desenvolvimento | Leguminosae | Morfologia | Ontogenia Floral |
Resumo O gênero Copaifera é constituído por cerca de 35 espécies e está inserido na subfamília Caesalpinioideae. A morfologia floral deste grupo é extremamente interessante. As flores são monoclamídeas, o que é raramente encontrado em Leguminosae, e apresentam oito a dez estames, sendo que alguns deles podem ser estéreis. Estudos sobre o desenvolvimento floral de espécies de Copaifera não foram encontrados na literatura; assim, informações a respeito da origem das pétalas, por exemplo, ou seja, se ocorreu supressão de pétalas no início do desenvolvimento ou se os primórdios de pétalas sequer iniciaram-se, permanecem desconhecidas. O objetivo deste trabalho é estudar o desenvolvimento floral de C. langsdorffii, tendo em vista sua ampla distribuição geográfica, sua vulnerabilidade e seu interesse econômico, a fim de elucidar questões que permanecem enigmáticas na morfologia floral do grupo, citadas a seguir. (1) A ausência de pétalas se deve à supressão no início do desenvolvimento ou à ausência de primórdios de pétalas? (2) A antera enegrecida é estéril? Se sim, em qual estádio do desenvolvimento floral é possível identificar o início e as causas de sua esterilidade? Estas questões serão respondidas por meio do trabalho de dois alunos, respectivamente, Wellington Ramos Pedersoli e Giseli Donizete Pedersoli. Para tal, serão coletados botões florais em vários estádios de desenvolvimento e flores de árvores de Ribeirão Preto (cultivo) e Sacramento (população natural). Os materiais serão dissecados em lupa, fixados em FAA 50 e preparados para observações em microscopia eletrônica de varredura (MEV) e microscopia de luz (seções histológicas). (AU) | |
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