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Análise demográfica, etiológica e histopatológica pulmonar em autópsias de pacientes com tromboembolismo pulmonar e insuficiência respiratória aguda

Processo: 08/57129-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2008
Vigência (Término): 30 de novembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Vera Luiza Capelozzi
Beneficiário:Aline Domingos Pinto Ruppert
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Autopsia   Epidemiologia   Insuficiência respiratória   Histologia

Resumo

Atualmente em todos os hospitais no mundo um dos principais problemas clínicos com qual os médicos deparam-se diariamente é a apresentação de pacientes com insuficiência respiratória aguda, situação essa extremamente angustiante e que exige diagnóstico e conduta de maneira rápida e adequada. Dentre todas as etiologias que podem levar um paciente a desenvolver insuficiência respiratória aguda, o tromboembolismo pulmonar (TEP) destaca-se, tanto por sua relativa elevada prevalência, como pela dificuldade diagnóstica muitas vezes encontrada. Apesar dos recentes avanços diagnósticos e do entendimento minucioso adquirido nos últimos anos sobre profilaxia de trombose venosa profunda e TEP, algumas estatísticas mostram que a prevalência de TEP em autópsias tem permanecido constante nas últimas três décadas. Estudos em autópsias demonstram que TEP é uma das principais causas de morte em pacientes internados em hospitais, sendo que na maioria das vezes o diagnóstico não havia sido realizado enquanto o paciente ainda estava vivo. Baseados nisso, desenvolveremos um trabalho com objetivo fundamental de apresentar dados de pacientes que morreram por insuficiência respiratória aguda nos quais foi estabelecido na análise post-mortem o diagnóstico de TEP, indicando dessa forma suas principais causas ou doenças relacionadas e alterações histopatológicas pulmonares envolvidas. Desta forma, acreditamos que possamos contribuir para um melhor entendimento dos mecanismos fisiopatológicos envolvidos, podendo isso ser decisivo e de extrema importância na prática clínica. (AU)