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Estabelecimento de um modelo para estudo da diferenciação de células-tronco em células musculares, usando transplantes em membranas embrionárias de galinha

Processo: 04/02784-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2004
Vigência (Término): 31 de março de 2006
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Mayana Zatz
Beneficiário:Viviane Abreu Nunes Cerqueira Dantas
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:99/11151-0 - As doenças genéticas contribuindo para a compreensão do funcionamento gênico, AP.TEM
Assunto(s):Mioblastos   Células-tronco   Distrofia muscular de Duchenne   Distrofina

Resumo

As distrofias musculares compõem um grupo de doenças, caracterizadas por degeneração progressiva e irreversível da musculatura esquelética. A distrofia muscular de Duchenne, causada por mutações no gene da distrofina, é a comum dessas miopatias, acometendo um em cada três mil nascimentos de sexo masculino. Atualmente, diferentes abordagens estão sendo propostas para o tratamento desta doença, entre elas, o transplante de células-tronco e de mioblastos esqueléticos no músculo distrófico; entretanto, a obtenção de culturas de células musculares estáveis in vitro, a partir das células-tronco e dos próprios mioblastos, é um fator que limita a utilização deste procedimento, visto que pouco ainda se conhece sobre a expressão da distrofina e suas propriedades nessas células. Assim, o objetivo deste trabalho é estabelecer um método de co- cultivo, in ovo, de células-tronco do sangue de cordão umbilical e da placenta humanos e de mioblastos de pacientes com a distrofia muscular de Duchenne, permitindo a proliferação, diferenciação e a interação prévia destes tipos celulares, num ambiente mais próximo das condições in vivo. A utilização dessa metodologia poderá resultar na produção de culturas mais estáveis para os estudos subseqüentes, favorecendo uma maior sobrevivência das células após o transplante no músculo. (AU)