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Neuropatogênese de Vírus Oropouche em modelo experimental murino

Processo: 09/00474-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2009
Vigência (Término): 30 de abril de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Pesquisador responsável:Eurico de Arruda Neto
Beneficiário:Rodrigo Ivo Marques dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/50617-6 - Estudos sobre vírus emergentes incluindo arbovirus, robovirus, vírus respiratórios e de transmissão congênita, no Centro de Pesquisa em Virologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, AP.TEM
Assunto(s):Virologia   Vírus Oropouche   Febre de Oropouche   Etiologia   Aquecimento global   Imuno-histoquímica   Hibridização in situ   Replicação viral   Citocinas   Reação em cadeia por polimerase (PCR)

Resumo

O vírus Oropouche (ORO) pertence à família Bunyaviridae, gênero Bunyavirus, sorogrupo Simbu. Este importante patógeno humano é a segunda causa mais frequente de arbovirose febril no Brasil. Estima-se que mais de meio milhão de casos de febre de Oropouche tenham ocorrido no Brasil nos últimos 30 anos, havendo também ocorrências no Panamá, Peru, Suriname e Trinidad. Com o aquecimento global do planeta e conseqüente redistribuição de insetos vetores e animais reservatórios, há risco de disseminação de vírus Oropouche para outras regiões do Brasil e da América do Sul. A infecção por vírus Oropouche se caracteriza por febre e outros sintomas sistêmicos, com ou sem exantema máculo-papular e congestão conjuntival, com duração de 2 a 5 dias, mas com astenia que pode se prolongar por até um mês.O presente projeto visa aprofundar a caracterização de modelo de infecção de camundongos BALB/c neonatos com ORO já desenvolvido em nosso laboratório. Para tanto serão utilizados técnicas de hibridação in situ e imunohistoquímica para localizar os sítios de replicação viral no sistema nervoso central, bem como em quais regiões do cérebro existam alterações histopatológicas. Também será feita análise de citocinas por PCR em tempo real e caracterização do infiltrado inflamatório através de citometria de fluxo.