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Efeito do estresse agudo e prolongado sobre a secreção de prolactina em ratas nulíparas e primíparas

Processo: 04/15197-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2005
Vigência (Término): 30 de novembro de 2006
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:Erica Engelberg Teixeira da Silva Hucke
Beneficiário:Clara Bittencourt Leite
Instituição-sede: Centro Universitário da Fundação de Ensino Octávio Bastos (UNIFEOB). Fundação de Ensino Octávio Bastos (FEOB). São João da Boa Vista , SP, Brasil
Assunto(s):Estresse em animal   Prolactina   Glucocorticoides

Resumo

O estresse é um importante agente causador de modificações adaptativas no sistema nervoso central. No que diz respeito à prolactina, já é bem conhecido que secreção deste hormônio está aumentada em conseqüência ao estresse em várias espécies. Por outro lado, sabe-se que os níveis circulantes basais de prolactina estão diminuídos em função de uma experiência reprodutiva em fêmeas, ou seja, o conjunto de gestação, parto e lactação acaba por modificar a secreção de prolactina. Levando-se em conta que em ratas estradiol pode interferir na resposta ao estresse, exercendo um papel estimulatório sobre a secreção deste hormônio, assim como sobre o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal e que a presença de glicocorticóides circulantes inibe a secreção de prolactina pela adenohipófise, observamos anteriormente que ratas nulíparas e primíparas adrenalectomizadas ou não, existe uma hiporresponsividade dos lactotrofos adenohipofisanos a modulação da secreção da prolactina exercida pelos glicocorticóides adrenais em função da experiência reprodutiva Tal fato poderia ser sugestivo de uma menor sensibilidade ao estresse em fêmeas primíparas. Assim, o presente trabalho tem como objetivo estudar a resposta da secreção de prolactina induzida pelo estresse por imobilização agudo e prolongado em ratas nulíparas e primíparas. (AU)