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Avaliação da existência de discriminação racial e de parentesco na produção de rainhas de Apis mellifera l

Processo: 01/10249-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2001
Vigência (Término): 31 de outubro de 2003
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada
Pesquisador responsável:José Chaud Netto
Beneficiário:Roberta Barros Lovaglio
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Apis mellifica   Discriminação racial

Resumo

Os fatores que regulam a aceitação de larvas transferidas para colméias-recria são extremamente complexos e entre eles podem ser citados: ferômonios, aspectos comportamentais, nutricionais e, possivelmente, genéticos. Estudos recentes indicam que pode ocorrer favoritismo larval na produção de rainhas. Há indícios de que esse comportamento é controlado geneticamente, ou seja, as operárias aparentemente selecionam larvas aparentadas que serão superalimentadas e transformadas em rainhas; por outro lado, algumas pesquisas sugerem que essa seleção pode resultar da presença de um alelo particular, o qual tomaria seus portadores mais atrativos para serem alimentados como rainhas. Com base nesses estudos, pretende-se verificar se quando são realizadas transferências de larvas de diferentes raças ocorre ou não aceitação diferencial, e se o grau de parentesco existente entre as larvas transferidas e as operárias nutridoras presentes nas colméias-recria, contendo abelhas africanizadas, interfere na produção de rainhas. (AU)

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