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Identificação de proteínas modificadas em veia safena submetida ao regime arterial

Processo: 03/00797-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2003
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2003
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:José Eduardo Krieger
Beneficiário:Luciene Cristina Gastalho Campos
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:01/00009-0 - Estudo integrado da hipertensão arterial: caracterização molecular e funcional do sistema cardiovascular, AP.TEM
Assunto(s):Veia safena   Proteoma

Resumo

A revascularização cardíaca utilizando a ponte de safena é um procedimento bastante comum usado para restabelecer o fluxo coronariano. O sucesso do implante depende da adaptação do vaso que estava em um regime venoso, de baixa pressão, e passa para um regime arterial, de alta pressão e fluxo pulsátil. Quando a veia safena é implantada no coração ela é imediatamente submetida a uma nova condição hemodinâmica, onde o "shear stress" aumentado pode estar interferindo na função endotelial e consequentemente na função vascular. Já é demonstrado que quando uma veia é interposta em leito arterial, ocorre proliferação celular na parede do vaso, levando ao processo conhecido como arterialização do enxerto. Este processo envolve a participação de diversas proteínas, e o estudo de como elas participam conjuntamente é uma importante abordagem para entender a fisiologia e a fisiopatologia vascular. Neste trabalho, será utilizado a tecnologia do proteoma para identificar as proteínas modificadas quando a safena é submetida ao regime arterial. Este estudo vem complementar um projeto em andamento no laboratório que utiliza o "cDNA microarray" para identificar genes importantes para a resposta e que possam ser utilizados como novos alvos terapêuticos. (AU)