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Determinação do papel da proteína kinase C na diferenciação e proliferação

Processo: 08/03085-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2008
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Deborah Schechtman
Beneficiário:Yuri Masakazu Mizusawa
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:05/54188-4 - Determinação do papel da proteína quinase C na diferenciação e proliferação, AP.JP
Assunto(s):Proteômica   Transdução de sinais   Diferenciação celular   Miócitos cardíacos   Células-tronco   Células-tronco embrionárias   Proteína quinase C

Resumo

No tecido cardíaco encontramos cardiomiócitos terminalmente diferenciados, cuja perda, quase sempre é irreparável. Idealmente cardiomiócitos danificados, seriam substituídos por células novas. Como cardiomiócitos não se replicam em cultura não é possível implantarmos cardiomiócitos adultos substituindo os danificados. Uma alternativa seria a reposição celular por meio do uso de células tronco. Células tronco embrionárias (CTE) além de proliferarem indefinidamente, se diferenciam em vários tipos celulares (auto-renovação). O controle da diferenciação das CTE para tecidos específicos constitui-se hoje em um grande desafio. Uma estratégia para a identificação de mecanismos que levam à proliferação e diferenciação das CTE é a interferência seletiva sobre vias de sinalização. A proteína kinase C (PKC) é uma enzima chave nos processos de proliferação e diferenciação das CTE. Porém, o papel exato destas enzimas nestes processos ainda não está claro, em parte porque as PKCs são dez isoenzimas; e, somente recentemente desenvolveu-se inibidores e ativadores específicos para as diversas isoenzimas. Neste projeto temos como objetivo identificar: a) as isoenzimas específicas da PKC envolvidas na proliferação; auto-renovação e diferenciação das CTE para cardiomiócitos e b) proteínas e substratos que se ligam especificamente as diferentes isoenzimas da PKC. Utilizaremos métodos de proteômica, bem como moduladores específicos para as diferentes isoenzimas de PKC para dissecar vias de sinalização que levam à proliferação, auto-renovação e diferenciação das CTE para cardiomiócitos. Possibilitando o estabelecimento de métodos de cultivo que permitam a reprodução perpétua e a capacidade de auto-renovação das CTE bem como a identificação de fatores que levam à diferenciação das CTE para cardiomiócitos nos ajudando a atingir o nosso objetivo final, que é o uso eficaz das CTE diferenciadas em cardiomiócitos para o reparo de lesões no tecido cardíaco.