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Estudo das diferentes isoenzimas da PKC na diferenciação de células tronco embrionárias em cardiomiócitos

Processo: 07/54395-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2007
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Deborah Schechtman
Beneficiário:Talita Glaser
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:05/54188-4 - Determinação do papel da proteína quinase C na diferenciação e proliferação, AP.JP
Assunto(s):Diferenciação celular   Miócitos cardíacos   Células-tronco embrionárias   Proteína quinase C

Resumo

O tecido cardíaco é composto dentre outras células, de cardiomiócitos terminalmente diferenciados, e a perda destes decorrentes de lesões cardíacas, na maior parte das vezes é irreparável. Seria, portanto ideal que cardiomiócitos danificados, fossem substituídos por células novas. No entanto, como cardiomiócitos não se replicam em cultura não é possível implantarmos cardiomiócitos adultos para substituir os danificados. Células tronco embrionárias (CTE), se diferenciam em vários tipos celulares (auto-renovação). O controle da diferenciação das CTE para tecidos específicos constitui-se hoje em um dos grandes desafios. Desta forma toma-se necessário entender o processo da diferenciação das CTE em cardiomiócitos. As proteínas cinases C (PKCs) estão envolvidas na diferenciação das CTE para cardiomiócitos, porém, o papel exato e quais as isoenzimas envolvidas neste processos ainda não está claro, em parte porque as PKCs são dez isoenzimas; e, somente recentemente desenvolveu-se inibidores e ativadores específicos para as diversas isoenzimas Neste projeto temos como objetivo, identificar as isoenzimas específicas das PKCs envolvidas na diferenciação das CTE para cardiomiócitos utilizando peptídeos moduladores específicos das diferentes isoenzimas. (AU)