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Avaliação da virulência de diferentes espoligotipos de Mycobacterium bovis isolados no Estado de São Paulo

Processo: 04/13215-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2005
Vigência (Término): 31 de maio de 2008
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:José Soares Ferreira Neto
Beneficiário:Cesar Alejandro Rosales Rodriguez
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Virulência   Hamsters   Tuberculose bovina

Resumo

Resultados do projeto "Abatedouros como instrumento de rastreabilidade de focos de tuberculose bovina no Estado de São Paulo. Mapeamento e epidemiologia molecular" (Processo Fapesp: 99/12732-7) permitiram verificar que existem estirpes molecularmente distintas de M. bovis acometendo bovinos no Brasil. Os isolados foram discriminados pelas técnicas de Spoligotyping e MIRU-VNTR, o que permitiu a organização dessas estirpes em 19 diferentes espoligotipos de M. bovis, 11 dos quais nunca descritos na literatura internacional (ROSALES et al., 2003). Essa diferenciação molecular das estirpes pode estar relacionada a uma das mais importantes características fenotípicas dos agentes infecciosos, a virulência. OLIVEIRA et al (2002), constataram diferenças de virulência entre quatro famílias molecularmente distintas de M. avium isoladas de suínos no Brasil. Estudos relatando diferenças de virulência para estirpes de M. bovis-BCG remontam os anos sessenta (JESPERSEN et al., 1964). A maior virulência de uma dada estirpe pode ser entendida como maior capacidade de difusão na população de suscetíveis. Portanto, conhecer essa característica de um microrganismo que é alvo de programa sanitário, pode resultar no refinamento dos métodos de controle. (AU)