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Rejeição em transplante cardíaco pediátrico e infecção por Chlamydia e Mycoplasma pneumoniae

Processo: 07/56208-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2008
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Carla Tanamati
Beneficiário:Eder Nisi Ilário
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Chlamydophila pneumoniae   Transplante de coração   Mycoplasma pneumoniae

Resumo

O transplante cardíaco é realizado em pacientes com insuficiência cardíaca terminal, visando melhorar a qualidade de vida do paciente, além de prolongar a expectativa de vida, em média, por 10 anos. Uma limitação importante no sucesso deste tratamento é a rejeição que pode ocorrer com gravidade e períodos variáveis pós transplante. A classificação da rejeição é baseada no período decorrido e na histopatologia. Além do diagnóstico baseado em tempo e histopatologia, temos achados clínicos e complementação com exames subsidiários que podem auxiliar na identificação e controle da rejeição pós transplante. Para evitar a destruição do enxerto por episódios de rejeição, os pacientes são submetidos a tratamento imunossupressivo pós-transplante e isso favorece a infecção. Duas bactérias têm sido foco de pesquisas atuais: mycoplasma pneumoniae (MP) e chlamydia pneumoniae (CP). A co-infecção por MP e CP foi observada em placas de aterosclerose, em correlação com intensidade de inflamação. Estes mesmos agentes foram encontrados nas coronárias de necropsias de pacientes transplantados cardíacos, juntamente com presença de rejeição. Estes estudos foram dirigidos para população transplantados adultos e há falta de literatura que demostre possível relação entre infecção (MP e CP), nível de rejeição e ateriosclerose em transplantados infantis. O presente estudo observará uma possível relação entre infecção e rejeição. (AU)