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Avaliação do efeito neuroprotetor do peptídeo STI1(230-245) no modelo de isquemia cerebral focal e na radiação ionizante no encéfalo de animais sadios

Processo: 09/08549-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2009
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Vilma Regina Martins
Beneficiário:Iara Ribeiro Silva
Instituição-sede: Laboratório de Biologia Molecular. Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer (ILPC). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fármacos neuroprotetores   Neuroproteção   Neurociências   Radioterapia

Resumo

A proteína príon celular, também chamada de PrPC, é expressa abundantemente no sistema nervoso e é capaz de promover neuroproteção e plasticidade neuronal. A identificação de ligantes que interagem com a PrPC tem auxiliado na compreensão das suas funções fisiológicas dessa proteína. A STI1 (stress inducible protein 1) é um ligante de PrPC, que é secretada por astrócitos e desempenha uma papel trófico ligando-se a PrPC em neurônios e também, de forma autócrina, nos astrócitos. O peptídeo STI1230-245, mimetiza a interação de STI1 a PrPC promovendo neurogênese, neuroproteção e auxiliando na consolidação da memória. O presente trabalho propõe avaliar o papel neuroprotetor promovido pela administração intra-cérebro-ventricular do peptídeo STI1230-245, nos seguintes modelos experimentais: 1) no modelo de isquemia cerebral focal devido à necessidade do desenvolvimento de novas técnicas terapêuticas direcionadas às populações neuronais potencialmente tratáveis após um episódio isquêmico; e 2) na radiação ionizante do encéfalo de animais sadios, no intuito de identificar um composto capaz de proteger os tecidos sadios da radioterapia, uma técnica intensamente utilizada em tratamento de tumores. Para isso, ratos wistar serão submetidos à isquemia cerebral focal ou à radiação ionizante no encéfalo (dose única ou dose fracionada), associado ou não ao tratamento com o peptídeo STI1230-245 e avaliados em diferentes períodos quanto à morte neuronal e capacidade cognitiva. Com este estudo será possível avaliar se a administração de STI1230-245 pode representar uma nova estratégia terapêutica em diferentes condições que promovem danos neurais.