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Avaliação da capacidade da insularina, uma disintegrina do veneno de Bothrops insularis, na inibição da adesão de células endoteliais e tumorais a componentes de matriz extracelular

Processo: 09/51315-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2009
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Maisa Splendore Della Casa
Beneficiário:Isa Lima dos Santos
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Integrinas   Adesão celular   Células tumorais   Células endoteliais

Resumo

As integrinas possuem importante papel em diversos processos biológicos incluindo agregação plaquetária, cicatrização, angiogênese, reabsorção óssea, invasão tumoral, inflamação e ativação tinfocitária. O estudo dessas proteínas depende de anticorpos monoclonais dirigidos contra as diferentes cadeias de integrinas ou de inibidores peptídicos isolados a partir de venenos animais: as disintegrinas. Estamos trabalhando com o isolamento e caracterização de novas disintegrinas, especificamente as disintegrinas do veneno da serpente Bothrops insularis. Dentro dessa proposta, isolamos do veneno de B. insularis, a insularina, uma RGD-disintegrina. A insularina foi isolada na forma nativa e obtida na forma de proteína recombinante em fusão com a GST. Ambas as formas apresentaram alta capacidade de inibição de agregação plaquetária e de inibição da adesão de células endoteliais T-end a componentes de matriz extracelular. Esses resultados promissores nos incentivaram a avaliar, no presente projeto, o papel dessas moléculas na inibição da adesão de células tumorais, B16F10 e LLC WRC 256, e de células endoteliais HUVECs, a componentes de matriz, bem como na verificação dessas moléculas quanto à capacidade de inibira formação de tubos endoteliais, através do ensaio de matrigel. Esse projeto contribui com a literatura à medida que insere o potencial de novas disintegrinas dentro do contexto de patologias relacionadas à adesão celular, como angiogênese e crescimento tumoral. (AU)