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Impacto da biópsia do linfonodo sentinela nos pacientes com melanoma cutâneo estádios I e II

Processo: 08/53201-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2008
Vigência (Término): 31 de julho de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Ivan Dunshee de Abranches Oliveira Santos
Beneficiário:Juliana Saito Tartuci
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Linfonodos   Melanoma   Vasos linfáticos   Biópsia de linfonodo sentinela   Técnicas e procedimentos diagnósticos

Resumo

A biópsia do linfonodo sentinela baseia-se no conceito de que esse é o primeiro linfonodo para o qual drena o tumor primário. A biopsia é indicada para todos pacientes portadores de melanoma cutâneo com espessura maior que 0,76mm sem evidência clínica de metástase tanto locorregional quanto à distância. É indicada também quando há risco de ocorrência de metástase linfonodal com melanoma de espessura de Breslow>1,0mm ou com espessura <1,0mm e na presença de outros achados anatomopatológicos de risco, tais como: Clark IV ou V e ulceração. A biópsia compreende três etapas: linfocintilografia pré-operatória, biópsia do linfonodo sentinela propriamente dita e exame anatomopatológico do linfonodo sentila. O número de linfonodos metastáticos acometidos pode guardar relação com a sobrevida e o intervalo livre de doença, podendo representar importante fator prognóstico, sendo que não há estudo que comprove tal fato. O objetivo deste trabalho é avaliar entre os pacientes com linfonodo sentinela positivo submetidos à linfadenectomia imediata, a relação entre o número de linfonodos mestastáticos e seu impacto na sobrevida e intervalo livre de doença. O grupo a ser estudado é de pacientes submetidos à pesquisa do linfonodo sentinela no período de 1999 a 2007, na Disciplina de Cirurgia Plástica UNIFESP-EPM, avaliados prospectivamente no ambulatório e operados no centro cirúrgico do Hospital São Paulo, após autorização e preenchimento de termo de consentimento. Todos os dados serão preenchidos segundo protocolo adotado e também serão anotados nos prontuários durante todo o acompanhamento no serviço. Esses dados serão coletados para uma análise do impacto e importância da realização da pesquisa do linfonodo sentinela nos pacientes com melanoma cutâneo que não apresentam sinais clínicos de metástases linfonodais. Todos os pacientes são seguidos no ambulatório de tumores cutâneos da Disciplina de Cirurgia Plástica a cada 3 meses nos dois primeiros anos e depois a cada 6 meses até completar 5 anos de pós-operatório. (AU)

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