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Estratégias de monitoramento para o controle do minador-dos-citros, Phyllocnistis citrella (Lepidoptera: Gracillariidae) por meio do seu feromônio sexual

Processo: 05/59371-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2006
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:José Maurício Simões Bento
Beneficiário:Ana Lia Parra Pedrazzoli
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Citricultura   Pragas de plantas   Cancro (doença de planta)   Controle biológico de vetores   Feromônios sexuais   Phyllocnistis citrella

Resumo

O minador-dos-citros, Phyllocnistis citrella, foi introduzido no Brasil em 1996 e desde então vem preocupando os citricultores pela destruição de folhas novas e, principalmente, pela estreita relação com o cancro cítrico, doença limitante à citricultura. O seu controle, sem nenhum planejamento, vem sendo feito com agroquímicos, o que pode levar a insucessos, desequilíbrios biológicos ou desenvolvimento de resistência da praga aos inseticidas utilizados. Recentemente, com o apoio da FAPESP foi descoberto e sintetizado, em nosso trabalho de doutorado, o feromônio sexual de P. citrella, o que representa um grande avanço no conhecimento desta praga. Contudo, o enorme potencial deste feromônio necessita ainda ser investigado sob o ponto de vista de sua aplicação nos pomares citrícolas e este projeto visa estabelecer as estratégias de uso deste feromônio no monitoramento para controle do minador-dos-citros, compatíveis com a filosofia do Manejo Integrado de Pragas. Assim, serão determinados: (I) a dose ideal de feromônio a ser utilizada por septo e/ou pastilha; (II) a proporção ideal dos 3 componentes do feromônio; (III) a altura ideal de instalação das armadilhas nas plantas de citros; (IV) um formato, tamanho e cor ideal de armadilha que permita a maior captura dos machos; (V) o número de armadilhas a ser utilizado por área e (VI) a eficiência de captura do feromônio em diferentes regiões citrícolas do estado de São Paulo. (AU)

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