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Fontes, épocas de aplicação e doses de nitrogênio na cultura do milho em plantio direto e em condições de cerrado

Processo: 07/05659-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2007
Vigência (Término): 30 de junho de 2009
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Salatier Buzetti
Beneficiário:Juliana Aparecida de Souza
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil
Assunto(s):Clorofila

Resumo

A cultura do milho encontra-se entre as de maior potencial de produtividade, embora no Brasil tal potencial esteja muito aquém da capacidade produtiva da cultura. Para a obtenção de altas produtividades e viável economicamente, a nutrição mineral adequada é um dos fatores essenciais e o nitrogênio é o nutriente que, via de regra, proporciona os maiores efeitos no aumento desta produtividade. O trabalho objetivará estudar doses, fontes e épocas de aplicação de N, no que se refere aos componentes de produção e na produtividade da cultura, além dos teores de N foliar. O presente trabalho será conduzido sob condições de campo, em um LATOSSOLO VERMELHO Distroférrico típico da Fazenda de Ensino e Pesquisa, da UNESP, Campus de Ilha Solteira, situada no município de Selvíria - MS. O delineamento estatístico utilizado será o de blocos casualizados, com quatro repetições, dispostos em um esquema fatorial 3x2x5, sendo: três fontes de nitrogênio (Entec – sulfonitrato de amônio + inibidor de nitrificação, Sulfato de amônio e Uréia) aplicadas na semeadura ou em cobertura, no estádio de 6-8 folhas, em 5 doses (0, 50, 100, 150 e 200 kg de N ha-1). Serão avaliados: o índice de acamamento, teor de N nas folhas, número de grãos/fileira, número de fileiras/espiga, massa de 100 grãos e produtividade de grãos em kg ha-1 (13% base úmida).