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Fluxo sanguíneo da artéria hepática e complicações biliares no transplante de fígado

Processo: 01/13751-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2002
Vigência (Término): 31 de março de 2003
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Paulo Celso Bosco Massarollo
Beneficiário:Fabio Futoshi Katayama
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Transplante de fígado

Resumo

O fígado tem suprimento sangüíneo portal e arterial ao passo que a via biliar tem irrigação exclusivamente arterial. Por essa razão, reduções parciais do fluxo da artéria hepática após o transplante de fígado (Tx) podem determinar apenas complicações biliares sem comprometer o restante do parênquima. O objetivo deste trabalho é estudar a relação entre a medida intra-operatória do fluxo sangüíneo da artéria hepática e a incidência de complicações biliares no Tx. Serão estudados retrospectivamente 59 pacientes de ambos os sexos submetidos a transplante hepático na Unidade de Fígado do HCFMUSP entre 11/96 e 6/98. Todos participaram de estudo prospectivo que previa medida intra-operatória seriada do fluxo da artéria hepática (processo FAPESP 95/1384-7). Serão excluídos pacientes avaliados no intra-operatório, mas que faleceram ou foram retransplantados até 5 dias após o transplante. A pesquisa de complicações biliares será realizada por meio de levantamento de prontuário. O fluxo arterial médio de cada caso será calculado por meio da área sob a curva (AUC) utilizando-se a regra trapezoidal para medida de área, dividida pelo tempo total de observação. O fluxo arterial nos pacientes com e sem complicação biliar será comparado por meio de análise de variância (ANOVA). Será utilizado nível de significância de 5%. (AU)

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