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O efeito dos montes submersos da cadeia Vitória -Trindade (ES, Brasil) na concentração de clorofila-A superficial

Processo: 09/15100-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2010
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Biológica
Pesquisador responsável:Aurea Maria Ciotti
Beneficiário:Ana Luíza de Faria Peres
Instituição-sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil
Assunto(s):Sensoriamento remoto   Ressurgência costeira   Clorofila   Fitoplâncton

Resumo

Quanto mais nos afastamos da costa, mais escassas são as fontes de nutrientes inorgânicos essenciais para o suporte de comunidades fitoplanctônicas. Em águas em regiões oceânicas esses nutrientes são obtidos principalmente através de ressurgências e de massas de água subsuperficiais, sendo que a presença de montes submersos podem causar estes processos em pequena escala espacial. Através do efeito ilha, correntes adquirem turbulência e chegam a formar vórtices ciclônicos, capazes de induzir ressurgência localmente. Um grupo de montes submersos muito estudado no Brasil é o existente na cadeia Vitória - Trindade, localizada na Região Central da Zona Econômica Exclusiva Brasileira, com importância potencial para recursos pesqueiros, porém ainda são necessários estudos sobre esse ambiente em maiores escalas temporais. A dificuldade de acesso a essa região faz necessário o uso de ferramentas remotas, como imagens de satélite da coloração do oceano. O presente trabalho pretende quantificar através variações temporais na concentração de clorofila - a, estimadas na faixa latitudinal que engloba a cadeia Vitória-Trindade (19°-22°S), e comparar esses resultados com aqueles em uma área controle, de mesma área mas adjacente aos montes submersos. Serão utilizadas imagens de concentração de clorofila-a (CHL) dos sensores SeaWiFS e MODIS/Aqua, do período de Janeiro de 1998 a Dezembro de 2008. As imagens serão trabalhadas no programa SeaDAS e os dados avaliados em programas estatísticos. (AU)