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AMPK, Nampt, PGC-1alpha, SIRT1 e bioenergética mitocondrial em ratos submetidos a uma dieta de restrição calórica

Processo: 09/15481-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2009
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Mario Jose Abdalla Saad
Beneficiário:Luís Fernando Rosa
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Proteínas quinases ativadas por AMP   Coativador 1-alfa do receptor gama ativado por proliferador de peroxissomo   Restrição calórica   Metabolismo energético

Resumo

Após sete décadas da publicação dos primeiros estudos sobre restrição calórica, um elegante mecanismo molecular parece começar a tomar forma. Em seu cerne, temos a ação de uma proteína desacetiladora, dependente de NAD+, de nome SIRT1. Capaz de integrar metabolismo, resistência a condições adversas, reparo e sobrevivência celular, SIRT1 desponta como elemento vital na expressão dos múltiplos benefícios observados em mamíferos sob restrição calórica.A dependência de NAD+, assim como a inibição pela forma reduzida deste nucleotídeo, NADH, torna tentadora a indução de que SIRT1 agiria como um sensor metabólico, ajustando processos celulares através de sua atividade desacetiladora, de acordo com o estado metabólico celular. Entre os alvos de maior interesse de SIRT1, temos o coativador PGC-1alpha, o qual esta diretamente ligado a biogênese mitocondrial. Dada a forte repressão exercida pelo subproduto da atividade desacetiladora de SIRT1, nicotinamida, a renovação desta, através da ação de Nampt, tem ganhado também crescente atenção. Finalmente, estudos indicam que AMPK, uma cinase dependente de AMP, agiria sobre o controle da expressão de Nampt, estabelecendo, portanto o que seria o ponto inicial da cascata de modificações metabólicas induzidas pela redução inicial dos níveis celulares de AMP durante o estágio inicial da restrição calórica.Longe de ser um mecanismo passivo, é aparente a complexidade de relações entre estes elementos, num processo que parece estar associado a vários mecanismos de intermodulação. Uma melhor compreensão desta complexidade é justamente o objeto de estudo deste projeto.