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Osteopontina em tumores mamários benignos e malignos de cadelas. estudo imunoistoquímico

Processo: 08/05431-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2008
Vigência (Término): 31 de agosto de 2009
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Antonio Carlos Alessi
Beneficiário:Luciana Maria Curtio Soares
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Oncologia   Imuno-histoquímica   Osteopontina   Neoplasias mamárias   Cães

Resumo

Tumores espontâneos em cães vêm sendo utilizados como modelo para estudos do câncer de mama em humanos. A aplicabilidade desse modelo deve-se em princípio, à alta incidência de neoplasias mamárias em cadelas e também à semelhança do comportamento biológico e morfológico das referidas neoplasias, quando comparadas às espécies canina e humana. Os tumores mistos da glândula mamária canina ainda não possuem uma histogênese completamente conhecida. Eles são compostos por uma complexidade celular a qual inclui epitélio, mioepitélio, cartilagem hialina e osso, ocorrendo, portanto, metaplasia cartilaginosa ou óssea. A expressão de osteopontina (OPN) está relacionada com a agressividade tumoral, sendo esta encontrada em vários tumores humanos e considerada um importante fator no prognóstico de metástase de câncer de mama. Além disso, pode ser importante no desenvolvimento de metástases ósseas osteolíticas. Sendo assim, o objetivo desse estudo é utilizar a osteopontina como marcador tumoral, através do método imunoistoquímico, e relacionar sua expressão com a agressividade do tumor, grau de indiferenciação, presença de metástases e, quando possível, com a sobrevida do animal.