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Invertebrados terrestres como fonte alimentar alóctone: relações isotópicas em uma floresta e uma pastagem.

Processo: 10/03219-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2010
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Plínio Barbosa de Camargo
Beneficiário:Fernanda Gaudio Augusto
Instituição-sede: Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Mata Atlântica   Riachos   Invertebrados   Isótopos estáveis

Resumo

Considerado um dos ecossistemas mais ricos do planeta, a Mata Atlântica encontra-se altamente ameaçada pela ação antrópica. Somente 7% de sua cobertura original encontram-se ainda preservados (Aidar et al., 2001) e concentram-se principalmente na Serra do Mar. Sua devastação inclui a degradação de seus sistemas aquáticos, os quais estão ligados a processos importantes como transferência de energia. Grande parte da energia disponível nos sistemas aquáticos é proveniente de fontes externas a eles, ou seja, fontes alóctones. Os invertebrados terrestres, provenientes de ecossistemas adjacentes aos corpos d'água, são uma importante fonte alimentar, utilizada por diversas espécies de peixes. Isto posto, o presente estudo tem como objetivo estimar a diversidade, a abundância e a riqueza, da oferta de invertebrados terrestres como fonte alimentar alóctone. Além disso, visa determinar a contribuição das plantas C3 e C4 na dieta desses invertebrados, através de análises isotópicas de carbono (d13C) e nitrogênio (d15N), comparando uma floresta e uma pastagem. Nesse sentido, pretende-se contribuir na compreensão de questões relacionadas à importância deste item como fonte alimentar para peixes de riacho e meio de transferência de nutrientes entre os ecossistemas terrestres e aquáticos.

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: