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Vulnerabilidade sócio-ambiental na metrópole paulistana: uma análise das situações de sobreposição espacial de problemas e riscos sociais e ambientais através de indicadores

Processo: 04/02457-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2004
Vigência (Término): 31 de março de 2008
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Planejamento Urbano e Regional - Métodos e Técnicas do Planejamento Urbano e Regional
Pesquisador responsável:Antonio Miguel Vieira Monteiro
Beneficiário:Humberto Prates da Fonseca Alves
Instituição-sede: Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:98/14342-9 - Centro de Estudos da Metrópole (CEM), AP.CEPID
Assunto(s):Periferia   Vulnerabilidade social   Riscos ambientais   Mudança climática   Sensoriamento remoto   Indicadores ambientais

Resumo

O objetivo desta pesquisa é identificar e caracterizar situações de vulnerabilidade sócio-ambiental na metrópole paulistana na atualidade, bem como analisar a sua dinâmica nas últimas décadas. Estamos definindo vulnerabilidade sócio-ambiental como a cumulatividade ou sobreposição de problemas e riscos sociais e ambientais, que se concentram em determinadas áreas, espalhadas por toda a metrópole. Para identificar e mensurar a dimensão e a distribuição espacial das situações de vulnerabilidade sócio-ambiental, vamos construir indicadores sócio-ambientais, na escala espacial mais desagregada possível (setores censitários e áreas de ponderação dos censos demográficos do IBGE), através de metodologias e técnicas de geoprocessamento (sistemas de informação geográfica e sensoriamento remoto). Nossa hipótese é que as áreas de risco e degradação ambiental são justamente as áreas de maior concentração de pobreza e privação social (vulnerabilidade social). Ou seja, vamos testar a hipótese de que a vulnerabilidade ambiental (áreas de risco, conflito ou degradação ambiental) é um dos elementos que explicam a distribuição espacial da população pobre na metrópole paulistana, sendo assim um dos elementos que dão forma à heterogeneidade da periferia. (AU)