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Desenvolvimento de metodologia cromatográficas para a determinação de cocaína em amostras de interesse forense

Processo: 08/55642-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2008
Vigência (Término): 31 de outubro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica
Pesquisador responsável:Marcelo Firmino de Oliveira
Beneficiário:Jacqueline Querino Alves
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Criminalística   Química forense   Cromatografia líquida de alta pressão   Cocaína crack   Entorpecentes   Cocaína

Resumo

A utilização de drogas ilícitas pelo ser humano constitui atualmente em um dos maiores fatores motivadores de crimes no contexto mundial, visto que o consumo das mesmas impulsiona atividades ligadas ao tráfico de drogas. No contexto da segurança pública, um maior apoio ao combate ao tráfico de drogas e à criminalidade de uma maneira geral pode ser obtido, por exemplo, investindo-se na pesquisa e desenvolvimento de metodologias de análise instrumental para a detecção destas substâncias por intermédio dos órgãos de polícia, uma vez que as metodologias atuais de análise apresentam sérias limitações no tocante à especificidade e sensibilidade, por se tratarem comumente de testes colorimétricos. A análise instrumental destas espécies, quando realizada por métodos cromatográficos, tem apresentado limites de detecção em torno de 1 ng mL-1, bem como uma maior confiabilidade dos resultados em relação aos métodos clássicos de análise. De acordo com a literatura, as técnicas de cromatografia liquida de alta eficiência (CLAE) e cromatografia gasosa (CG) tem sido empregadas tanto na análise de amostras apreendidas de substancias ilícitas quanto na análise de traços destas espécies em diferentes matrizes de interesse forense, tais como em cabelo, fluidos biológicos e papel moeda, dentre outros. Neste sentido, este projeto visa desenvolver metodologias cromatográficas clássicas (camada delgada) e instrumentais (HPLC com detector uv-vis) alternativas para a análise da espécie cocaína nas formas de cloridrato (solúvel em água) e base livre (insolúvel em água), em peças e amostras de interesse forense, em cooperação com o posto do Instituto de Criminalística de São Paulo localizado na cidade de Ribeirão Preto-SP. Pretende-se para tanto, pesquisar agentes ligantes e derivatizantes para a molécula em questão, tais como o tiocianato de cobalto e a 2,4 dinitrofenilidrazina (DNPH), visando a obtenção de compostos coloridos, detectáveis na região do visível, constituindo assim em resultados inéditos e promissores para aplicação na área forense, propiciando ao aluno uma formação completa no tocante à pesquisa. (AU)