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Caracterização dos mamíferos de pequeno e médio porte da transição Pleistoceno/Holoceno da Gruta Cuvieri, Lagoa Santa, Minas Gerais

Processo: 07/53185-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2007
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia
Pesquisador responsável:Walter Alves Neves
Beneficiário:Elver Luiz Mayer
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:04/01321-6 - Origens e microevolução do homem na América: uma abordagem paleoantropológica (III), AP.TEM
Assunto(s):Carste   Paleontologia   Zoologia (classificação)   Anatomia animal   Fósseis

Resumo

A Gruta Cuvieri localiza-se no carste de Lagoa Santa, que é internacionalmente conhecido pelas descobertas arqueológicas e paleontológicas. Desde 2002 escavações de cunho paleontológico têm sido desenvolvidas nesta gruta dentro do âmbito do projeto temático "Origens e Microevolução do Homem na América: uma abordagem paleontropológica III" (FAPESP Proc. 04/ 01321-6). O objetivo desta vertente é ampliar a gama de informações geradas pelo projeto temático acerca da relação pretérita entre homem e ambiente na região. A gruta escolhida apresenta morfologia extremamente favorável à acumulação óssea, contendo grande quantidade de remanescentes fósseis tanto de megafauna pleistocênica quanto sub recente. A observação prévia dos milhares de ossos e fragmentos ósseos exumados ao longo das escavações identificou características distintas quanto à preservação da lógica anatômica, fragmentação e retrabalhamento provavelmente relacionadas aos processos de deposição. Caracterizar estes restos ósseos é fundamental para concluir se a amostra é composta por poucos esqueletos bastante completos dos quais alguns foram desarticulados, fragmentados e retrabalhados, ou se representa vários animais por meio de apenas alguns ossos ou fragmentos ósseos pertencentes aos respectivos esqueletos. A caracterização das peças ósseas será feita através da identificação anatômica/taxonômica, do cálculo do número mínimo de indivíduos (MNI) e do número de espécimes identificados por táxon (NISP). (AU)

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