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Polimorfismos dos genes das apolipoproteínas A-I e A-V, morbidades e níveis séricos de lipídeos e proteínas em uma coorte de idosos de região censitária de São Paulo

Processo: 06/56775-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2007
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Marilia de Arruda Cardoso Smith
Beneficiário:Tatiane Katsue Furuya
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Apolipoproteínas   Polimorfismo genético   Dislipidemias   Haplotipos

Resumo

Polimorfismos de genes de apolipoproteínas têm sido correlacionados a predisposição a doenças complexas associadas à idade, como aterosclerose e doenças cardiovasculares (CVD). No Brasil, as doenças do aparelho circulatório representam a principal causa de óbitos na população adulta (32%). Genes do cluster da região 11q23 APOA-I/APOC-III/A-IV/A-V têm sido propostos como marcadores genéticos de predisposição às dislipidemias. Pretende-se pesquisar a associação dos polimorfismos dos genes A-II e A-V com morbidades associadas à Idade, bem como com níveis séricos de lipídeos e frações e de albumina, creatinina e uréiavem uma coorte composta por 370 idosos do Estudo Longitudinal do Idoso (EPIDOSO-Geriatria/UNIFESP). Associação com haplótipos será também investigada. As seguintes morbidades têm sido investigadas: doença cerebrovascular e/ou ataque isquêmico transitório, infarto do miocárdio e/ou doença coronariana, diabetes tipo 2, obesidade, neoplasia, demência, depressão além da medida da pressão arterial. Os polimorfismos serão caracterizados pela técnica de PCR-RFLP. As freqüências gênicas, genotípicas, haplotípicas e o equilíbrio de Hardy-Weinberg serão estimados. A associação entre polimorfismos genéticos e doenças complexas em idosos pode fornecer fatores de risco, que poderão subsidiar diagnóstico, prognóstico e tratamento destas afecções, além de permitir uma melhor compreensão fisiopatológica, destes genes na população idosa brasileira. (AU)