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Influência de nanoargila na compatibilização em blendas de PET reciclado com borrachas olefínicas de E-MA/E-MA-GMA

Processo: 09/08174-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2009
Vigência (Término): 31 de maio de 2010
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica
Convênio/Acordo: CIAM
Pesquisador responsável:Elias Hage Junior
Beneficiário:Felipe Nogueira Mattos Costa
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/61008-5 - Sistemas poliméricos nanoestruturados: processamento e propriedades, AP.TEM
Assunto(s):Blendas   Propriedades mecânicas   Polímeros (materiais)   Politereftalato de etileno (PET)

Resumo

PET grau garrafa pós-consumo pode ser reciclado com maior valor agregado como um termoplástico para aplicações de engenharia através de modificações induzidas na resina durante o seu processo de reciclagem com a incorporação de adequados aditivos como modificadores de impacto elastoméricos e/ou cargas minerais, que possam incrementar o desempenho mecânico de tenacidade e rigidez/resistência mecânica deste material. Para assegurar um eficiente mecanismo de tenacificação do PET é importante que o processo de compatibilização do mesmo com o aditivo elastomérico seja induzido de forma reativa, utilizando para isso borrachas reativas oleofínicas funcionalizadas como o poli(etileno-co-acrilato de metilaco-metacrilato de glicidila) (E-MA-GMA). Entretanto, estes elastômeros são relativamente caros para uso em plásticos reciclados e o processo de compatibilização com a matriz de PET é altamente reativo, induzindo ligações cruzadas tanto na matriz de PET como nas partículas de borracha, de forma a elevar substancialmente a viscosidade do sistema e contribuir para problemas de processabilidade do PET reciclado (PET-r) tenacificado. Para minimizar estes problemas, pretende-se substituir parte da borracha reativa por outra não-reativa mais barata, porém a custo de reduzida compatibilidade interfacial e decorrente menor efeito de tenacificação. O uso de pequenas quantias (1-2%) de carga mineral ultrafina como a nanoargila organofílica nesta blenda polimérica pouco compatível poderá contribuir para aumentar a compatibilização interfacial deste sistema, de forma a resultar num PET-r tenacificado de maior valor agregado (AU)