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Estudo paleomagnético das bacias vulcano-sedimentares do Paraná e de Santa Catarina, Brasil: calibração da curva de deriva polar aparente para a América do Sul no fim do Neoproterozóico

Processo: 06/02965-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2006
Vigência (Término): 31 de julho de 2007
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geofísica
Pesquisador responsável:Eric Font
Beneficiário:Tiago dos Anjos Costa
Instituição Sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Paleogeografia   Paleomagnetismo   Tectônica de placas   Neoproterozoico   Bacias
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Bacias | Craton Luis Alves | Neoproterozoico | Paleogeografia | Paleomagnetismo | Paleomagnetismo

Resumo

Através de dados paleomagnéticos, é possível estabelecer deslocamentos de grande escala das placas ou deslocamentos intraplaca, através da determinação da curva de deriva polar aparente (CDPA) dos pólos paleomagnéticos. Nos estudos de tectônica de placa, os dados paleomagnéticos são importantes sobretudo na definição dos intervalos de tempo envolvidos e no estabelecimento da cronologia relativa de eventos quando os métodos de datação absoluta não têm precisão suficiente para tanto. No fim do Neoproterozóico (850-550 Ma), a Terra passou por mudanças climáticas e paleogeográficas extremas, como a passagem de um supercontinente centrado no equador, o Rodinia, para um supercontinente localizado no hemisfério Sul, o Gondwana. A proposta de uma CDPA com boa confiabilidade para este período só é possível com um número representativo de pólos paleomagnéticos que satisfaçam critérios de qualidade em relação aos números de sítio de amostragem, testes de possíveis remagnetizações e com bom controle geocronológico. Para as bacias brasileiras de idade neoproterozóica, apenas um pólo de boa qualidade informa sobre a posição paleogeográfica do cráton amazônico neste período. O pólo paleomagnético da Formação Campo Alegre, na Bacia do Paraná, relativo à posição paleogeográfica do bloco Luis Alves, é considerado na maioria dos estudos como pólo de referência, apesar da carência de controle cronológico e da proximidade entre a direção do pólo obtido pelos autores e a direção do campo dipolar atual. Desta maneira, torna-se importante a aquisição da maior quantidade de dados paleomagnéticos dos blocos continentais que irão constituir a placa sul-americana ao fim do Neoproterozóico. Pretende-se neste trabalho estudar o paleomagnetismo das rochas das bacias vulcano-sedimentares do Paraná (Guaratubinha) e de Santa Catarina (Itajaí), complementando um trabalho de tese cujos dados ainda permanecem inéditos. Foram realizadas desmagnetizações térmicas e por campos magnéticos alternados de aproximadamente 40 amostras das duas bacias. As componentes de magnetização estão sendo determinadas através da análise de componentes principais. (AU)

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(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)

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