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Uso e ocupação das zonas de mangue na baixada santista - sp

Processo: 09/16544-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2010
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geografia Física
Pesquisador responsável:Regina Célia de Oliveira
Beneficiário:Vonei Ricardo Cene
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Análise ambiental

Resumo

Em decorrência do processo histórico de uso e ocupação do território nacional, que tem sua efetivação preferencialmente nos limites das zonas costeiras, são áreas de domínios morfológicos e de ecossistemas específicos que indicam níveis diversos de fragilidade, observa-se desde longa data o comprometimento da estabilidade dos sistemas ambientais que compõem a zona costeira em razão do modelo de uso que desconsidera em grande parte a dinâmica de funcionamento de tais sistemas ambientais. Observa-se nas últimas décadas no cenário nacional um aumento considerável da produção urbana intensificando o uso nas áreas costeiras alterando por completo a paisagem. A região da Baixada Santista no Estado de São Paulo é um exemplo do processo desenfreado de uso que toma a maior volume a partir da década de 1950, embora tendo seu inicio de ocupação por volta de 500 anos. Seguindo a proposta desse projeto, estudaremos a zona de ocorrência e ocupação dos manguezais da Baixada Santista no Estado de São Paulo. Por se tratar de uma área que apresenta uma fragilidade natural e ser de extrema importância para o bioma local, pois se encontra em uma área de transição que recebe tanto influência marítima como continental, o estudo quanto a análise do funcionamento, localização espacial das zonas de manguezais na totalidade da Baixada Santista e correlação com a expansão de uso, possibilitará uma discussão que considere o direcionamento do uso frente a necessidade de preservação dos sistemas manguezais, podendo fornecer subsídios ao planejamento. O trabalho alicerça-se sob a ótica da Teoria Geral dos Sistemas, amplamente discutida nas Ciências Geográficas. Objetiva-se como material síntese, produção bibliográfica específica e texto técnico científico.