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As ferrovias e a urbanizacao do estado de sao paulo. a abertura da ultima fronteira do sertao, a "alta paulista" 1896-1962.

Processo: 08/54513-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2009
Vigência (Término): 31 de julho de 2010
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Fundamentos de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Maria Lucia Caira Gitahy
Beneficiário:Cristina de Campos
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):História da ciência   História da urbanização   Planejamento territorial   Cidades novas   Urbanização

Resumo

O objetivo deste trabalho é conhecer como ocorreu a abertura e exploração da última fronteira do sertão paulista a zona de privilégio da Companhia Paulista de Estrada de Ferro, situada na região centro-oeste do estado de São Paulo no espigão entre os rios Aguapeí/Feio e Peixe. Identificamos que os objetivos da Companhia Paulista estavam além da simples abertura de uma nova linha tronco oeste. Idealizada pelo engenheiro Adolpho Augusto Pinto como linha de cunho exploratório e estratégico, o primeiro objetivo deste tronco ferroviário oeste era o de promover a abertura de novas frentes produtoras em terras inexploradas do sertão paulista e, em segundo, alcançar o território mato-grossense integrando-o as redes produtivas do território paulista. A abertura de um novo caminho não favorecia economicamente somente a companhia, mas também um grupo de especuladores nacionais e estrangeiros, como a Companhia de Agricultura, Imigração e Colonização e a Boston Cattle Company, que igualmente se beneficiaram com a comercialização de terras rurais e urbanas disponíveis ao longo da nova zona pioneira, ou seja, a urbanização daí decorrente foi produto da ação conjunta de agentes sociais públicos e privados. Dessa forma, iremos concentrar nosso foco em como ocorreu a urbanização desta zona ferroviária através dos agentes sociais que desencadearam este processo, sejam as empresas colonizadoras e ferroviária ou o próprio poder público, que viabilizou o arcabouço legal para a posse daquelas terras. (AU)

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