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Degradação termomecânica durante a extrusão de nanocompósitos de polipropileno/montmorilonita

Processo: 10/15976-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2010
Vigência (Término): 31 de julho de 2011
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Convênio/Acordo: CIAM
Pesquisador responsável:Sebastiao Vicente Canevarolo Junior
Beneficiário:Diogo de Castro Grillo
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/61008-5 - Sistemas poliméricos nanoestruturados: processamento e propriedades, AP.TEM
Assunto(s):Polímeros (materiais)   Nanocompósitos   Extrusão (conformação mecânica)   Polipropilenos   Bentonita   Espectroscopia de luz próxima ao infravermelho   Colorimetria   Difração por raios X

Resumo

A produção dos nanocompósitos de polipropileno/montmorilonita (PP/MMT) no estado fundido via processo de extrusão consiste na forma mais econômica e prática, além de ser extremamente adequada aos moldes de produção industrial. Para facilitar a dispersão da argila um surfactante catiônico é incorporado à MMT permitindo uma maior interação desta argila com o polímero. No caso do polipropileno que apresenta um caráter apolar, adiciona-se também um polipropileno grafitizado com anidrido maléico (PP-g-MA) para incrementar a intercalação das lamelas da argila com o polímero. Entretanto os fatores como a temperatura e taxas de cisalhamento, impostas durante o processo de extrusão, geram reações químicas que resultam na degradação do polipropileno e/ou do surfactante presente na argila. Desta forma o grau de dispersão da argila bem como a degradação do polímero e/ou aditivos é afetada por parâmetros de processo tais como: temperatura, taxa de alimentação, perfil de rosca e velocidade de rotação. Neste projeto pretende-se estudar a degradação do polipropileno e do surfactante no nanocompósito variando a concentração do compatibilizante e os parâmetros de processamento tais como velocidade de rotação da rosca e temperatura. As análises serão feitas por meio das técnicas de caracterização tais como espectroscopia na região do infravermelho, colorimetria e difração de raio-X. Para o desenvolvimento deste projeto, contaremos com a infra-estrutura e equipamentos do Departamento de Engenharia de Materiais (DEMA) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). (AU)