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Insuficiência renal aguda e sepse em pacientes internados na unidade de terapia intensiva: incidência, repercussão sobre o tempo de internação e mortalidade intra-hospitalar

Processo: 09/51579-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2009
Vigência (Término): 31 de julho de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Pesquisador responsável:Antonio Luis Eiras Falcão
Beneficiário:Camila Braun Heinke
Instituição-sede: Hospital de Clínicas (HC). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Unidades de terapia intensiva   Lesão renal aguda   Mortalidade   Sepse   Tempo de permanência   Qualidade da assistência à saúde

Resumo

A Unidade de Terapia Intensiva é indispensável no acompanhamento e tratamento de pacientes graves e que necessitam de cuidados complexos. A presença de índices prognósticos que classificam os pacientes de acordo com gravidade da patologia e suas disfunções orgânicas auxilia no tratamento e seguimento de cada paciente, correlacionando seu prognóstico com o objetivo de analisar a qualidade de atendimento das UTI's e assim identificar os fatores mais expressivos no tempo de permanência hospitalar, na mortalidade e na morbidade. Na UTI do HC/Unicamp esta avaliação é feita através do índice de APACHE II. Entre as complicações existentes estão a sepse e a insuficiência renal aguda (IRA), que podem determinar um aumento da mortalidade e prolongar o tempo de internação. Desta forma os pacientes internados, no período de um ano, em nosso serviço de terapia intensiva, terão seus dados colhidos através de questionário realizado nas primeiras 24h de internação, padronizado de acordo com as possíveis intervenções e complicações realizadas neste período. Estes dados serão analisados quanto â incidência de sepse e insuficiência renal aguda, principais causas de aumento do tempo de internação, piora de prognóstico e aumento das taxas de mortalidade intra-hospitalar. Os dados serão baseados na idade, tempo de internação, motivo de internação, tipo de intervenções e presença ou não de sepse e IRA, entre outras coisas, e possibilitarão estudos da incidência de sepse e IRA e um conhecimento específico das características clínicas, da gravidade dos pacientes, do trabalho de diagnóstico precoce e de prevenção, fatores determinantes do prognóstico em nossa UTI. (AU)

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