| Processo: | 06/61179-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2008 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Sanitária |
| Pesquisador responsável: | José Alberto Domingues Rodrigues |
| Beneficiário: | Lucas de Oliveira Borges |
| Instituição Sede: | Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Tratamento biológico anaeróbio Tratamento de esgotos sanitários Agitação mecânica Biomassa granulada Biomassa imobilizada Reatores anaeróbios em bateladas sequenciais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Agitacao Mecanica | Biomassa Granulada | Bomassa Imobilizada | Tipo De Impelidor | Tratamento Anaerobio |
Resumo Os reatores anaeróbios operados em batelada seqüencial têm sido estudados pelos grupos de pesquisa da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP) e da Escola de Engenharia Mauá (EEM) do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) quanto ao objetivo de otimização do processo e viabilização de sua aplicação prática. Neste contexto, o reator contendo biomassa imobilizada em partículas de espuma de poliuretano é um dos resultados positivos dessa parceria, com resultados promissores obtidos em escala de bancada, mas ainda com alguns problemas a serem investigados por se tratar de tecnologia recente. Dentre os temas importantes a serem investigados está a avaliação de ampliação de escala, enfocando o comportamento quanto à estabilidade e à eficiência do reator anaeróbio com agitação mecânica e operado em batelada seqüencial, aplicado ao tratamento de esgoto sanitário, comparando-se os sistemas contendo biomassa granulada e biomassa imobilizada em suporte inerte de espuma de poliuretano. Nesse sentido, este projeto tem por objetivo principal avaliar a influência da estratégia de alimentação a partir da relação entre os tempos de enchimento e de ciclo, sobre a estabilidade e a eficiência do reator. Desta forma, estando o sistema em estudo em escala piloto (1 m3), será possível avaliar o comportamento quanto à ampliação de escala, comparando-se com os resultados já obtidos em trabalhos com reatores em escala de laboratório (10 L). (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |