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Toxicidade de pesticidas em abelhas Apis mellifera africanizadas

Processo: 06/55536-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2006
Vigência (Término): 30 de setembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia
Pesquisador responsável:Ricardo de Oliveira Orsi
Beneficiário:Hemily Tiemi Inoue
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Apicultura   Apis mellifica   Agrotóxicos   Poluição ambiental   Toxicidade

Resumo

A apicultura pode ser definida como a ciência que estuda, de maneira racional, a criação de abelhas e a exploração de seus produtos em benefício do homem, além de exercer importantes funções na área social (fornecendo empregos) e ecológica (preservação ambiental). A ampliação das áreas de cultivo, com os campos sendo ocupados com uma única espécie vegetal, favorece o aparecimento de pragas e doenças, o que torna a agricultura cada vez mais dependente do uso de pesticidas. Estes agroquímicos podem entrar na cadeia solo-água-planta, representando uma perigosa fonte direta e indireta de contaminação de néctar e pólen. Geralmente, o envenenamento das abelhas ocorre no trabalho de coleta de alimento, seja pelo contato direto ou pela ingestão de néctar e pólen contaminados. Estas substâncias tóxicas podem ser levadas para a colméia, causando a morte de cria e abelhas adultas ou provocando uma série de distúrbios fisiológicos e comportamentais, comprometendo a produtividade da colméia. Além dos prejuízos as abelhas, os inseticidas podem contaminar seus produtos, como o mel. Diante do exposto, o objetivo do presente trabalho será avaliar a toxicidade de pesticidas (Acefato, Carbaril, Captan, Cipermetrina, Deltametrina, Dicofol, Dimetoato, Endossulfan, Envidor, Folpete, Glifosato, Malation, Metamidofos, Tetraconazol e Triflumuron), em abelhas Apis mellifera africanizadas. (AU)