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Efeitos do opioide remifentanil sobre a atividade arritmogenica da epinefrina em caes anestesiados pelo halotano.

Processo: 03/06904-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2003
Vigência (Término): 31 de agosto de 2004
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Francisco José Teixeira Neto
Beneficiário:Natache Arouca Garofalo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Remifentanil

Resumo

Existem inúmeras evidências de que os opióides possuem efeito antiarritmogênico. Este projeto de pesquisa objetiva avaliar se o opióide remifentanil possui a capacidade de inibir as arritmias ventriculares induzidas pela epinefrina em cães anestesiados pelo halotano. O presente estudo empregará a metodologia de determinação da dose arritmogênica da epinefrina (DAE). Um fármaco é considerado anti-arritmogênico caso este resulte em elevação da DAE em relação a um controle. Serão empregados 8 cães sadios, submetidos a 2 tratamentos em blocos completamente aleatorizados, com um intervalo mínimo de 7 dias entre cada procedimento. A anestesia será induzida através de máscara facial e mantida com halotano. No tratamento controle (halotano), será determinada à DAE onde a epinefrina é administrada em velocidades de infusão crescentes até a observação do critério de arritmia ventricular (ao menos 4 contrações ventriculares prematuras num intervalo de 15 segundos). No tratamento experimental, além da repetição do mesmo protocolo anterior, será realizada a infusão de remifentanil (9 g/kg/min) durante a determinação da DAE. Os valores de freqüência cardíaca, pressão arterial invasiva, e produto de freqüência e pressão serão anotados antes da infusão de epinefrina onde se observou a DAE (T1) e no momento de observação da DAE (T2). (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: