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Avaliação de polimorfismo do gene da enzima óxido nítrico sintase em crianças e adolescentes obesos

Processo: 04/15065-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2005
Vigência (Término): 30 de abril de 2006
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Sandra Mara Ferreira Villares
Beneficiário:Juliana Regina Chamlian Zucare
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Polimorfismo genético   Obesidade pediátrica

Resumo

A obesidade é uma epidemia global. Sabe-se que a obesidade é um importante fator de risco para hipertensão, diabetes, doenças coronarianas e alterações cardiovascularesr Altos índices de adiposidade estão significantemente associados com diminuição da vasodilatação. Crianças obesas apresentam alterações cardiovasculares e nas respostas vasodilatadoras que comprometem sua adaptação em situações de estresse mental e físico. O óxido nítrico (NO) é um potente vasodilatador, relaxa o músculo liso vascular, diminui a agregação e aderência plaquetária, promovendo assim, uma proteção vascular. Alterações da enzima óxido nítrico sintase (NOS) reduzem o fluxo sanguíneo e promovem aumento da pressão arterial. Estudos dos polimorfismos do gene da enzima óxido nítrico sintase endotelial (eNOS) encontraram associação do polimorfismo com doenças coronarianas, aumento do risco de aterosclerose das carótidas e resposta hemodinâmica desfavorável durante a hiperemia reativa. Em vista disso, esse estudo, desenvolvido no laboratório de estudo molecular da obesidade (LIM 25), busca identificar o polimorfismo da eNOS nas crianças do Ambulatório de Obesidade Infantil e analisar se existe associação da presença do polimorfismo da eNOS com alterações metabólicas e alteração da resposta vasomotora no exercício físico e no estresse mental. Sendo encontradas essas associações, esses pacientes deverão ser esclarecidos e ter acompanhamento clínico adequado uma vez que têm maior risco de doenças cardiovasculares. (AU)