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Estudo neuromorfológico e comportamental da ativação de estruturas neurais que elaboram o medo e o pânico, durante o confronto defensivo entre Mesocricetus auratus (Rodentia, Cricetidae) e cobras corais..

Processo: 03/05015-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2003
Vigência (Término): 31 de agosto de 2005
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Norberto Cysne Coimbra
Beneficiário:Alfredo Weltson
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Agressividade   Mecanismos de defesa

Resumo

Muitos estudos têm implicado o complexo amigdalóide e o teto mesencefálico como responsáveis pelo controle de respostas defensivas elaboradas durante situações de perigo iminente. À amígdala tem sido atribuído o papel de identificar as características aversivas dos diversos estímulos que chegam ao neuroeixo, elaborando padrões inatos de defesa afetiva, através muitas vezes de estruturas de localização mais caudal no neuroeixo, como aquelas localizadas no hipotálamo e no teto do mesencéfalo. Os corpos quadrigêmeos possuem substratos neurais envolvidos com a detecção de estímulos visuais e sonoros que, ao serem interpretados como aversivos, podem induzir respostas de orientação da cabeça em direção à fonte de perigo e respostas imediatas e explosivas de fuga. Este trabalho pretende estudar a ativação de protooncogenes, responsáveis pela plasticidade neural, no complexo amigdalóide, no hipotálamo e na substância cinzenta periaquedutal, durante o confronto agressivo entre Mesocricetus auratus e cobra coral verdadeira (Micrurus frontalis) e falsa (Oxyrhopus trigeminus). As respostas comportamentais evocadas na presença de predadores (e destes em relação à presa) serão também cuidadosamente avaliadas no teste do campo aberto. (AU)