Busca avançada
Ano de início
Entree

Alterações volumétricas de substância branca cerebral em indivíduos com primeiro episódio psicótico

Processo: 09/07073-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2009
Vigência (Término): 30 de junho de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Geraldo Busatto Filho
Beneficiário:Renata Rodrigues da Cunha Colombo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Ressonância magnética   Transtornos psicóticos

Resumo

Os transtornos psicóticos são condições freqüentes na população, estando associados a grande morbidade e altos custos para a sociedade. O estudo destas condições através de técnicas de neuroimagem pode propiciar tanto um melhor entendimento de sua fisiopatologia, como a identificação de marcadores de vulnerabilidade biológica (endofenótipos) para o desenvolvimento destes transtornos.Evidências de diferentes naturezas sugerem que tanto psicoses funcionais (esquizofrenia e transtorno esquizofreniforme, por exemplo) como afetivas (transtorno bipolar e depressão maior psicóticos) estão associados a alterações de substância branca cerebral. Porém, os estudos em esquizofrenia revelaram resultados conflitantes e as evidências de alterações morfométricas de substância branca em transtornos bipolar e depressão maior são escassas.O presente projeto propõe-se a estudar uma amostra de 122 casos de primeiro episódio psicótico (PEP) (62 esquizofrenia/ transtorno esquizofreniforme, 24 transtorno bipolar, 25 depressão maior e 11 psicoses de outra categoria) e 94 controles de base populacional identificados em uma área circunscrita da cidade de São Paulo. Os pacientes e controles foram submetidos a exame de ressonância magnética de crânio, e suas imagens serão analisas através de morfometria baseada em voxel para determinar a existência de alterações regionais de substância branca no grupo PEP como um todo, bem como entre os subgrupos diagnósticos, em comparação com os controles epidemiológicos.