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O potencial do inibidor de proteases no controle da mosca-branca Bemisia tabaci Biótipo B

Processo: 09/17196-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2010
Vigência (Término): 31 de outubro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:André Luiz Lorenzon
Beneficiário:Jeanne Scardini Marinho Prado
Instituição-sede: Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Enzimas proteolíticas   Entomologia   Mosca-branca   Controle de pragas

Resumo

Inibidores de proteases (IP) são compostos proteicos utilizados por plantas em seu mecanismo de defesa contra insetos. Muito se tem pesquisado sobre os danos causados pelos IP em insetos herbívoros, entretanto pouco se sabe sobre o efeito desses compostos sobre insetos sugadores, tais como mosca-branca. Bemisia tabaci biótipo B é a mais nociva praga em países tropicais e subtropicais, principalmente por ser vetor de uma extensa variedade de viroses. A principal característica desse biótipo é sua habilidade para se adaptar a uma grande variedade de hospedeiros e em condições desfavoráveis. O controle químico é o principal método utilizado no manejo de B. tabaci e populações dessa praga podem rapidamente desenvolver resistência a inseticidas. Sendo assim, novos compostos devem ser estudados a fim de aumentar a diversidade de produtos a serem utilizados no manejo desse inseto, de forma a evitar o desenvolvimento de populações resistentes. Nesse contexto, os IP poderiam colaborar para o manejo dessa praga tanto como fonte de resistência em plantas geneticamente modificadas, como também em aplicações sobre a cultura. Este projeto tem por objetivo geral conhecer e caracterizar a relação bioquímica e biológica de IP aplicados sobre plantas de soja e indivíduos de B. tabaci biótipo B.