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Um método natural de produção de rainhas em maior escala em abelhas sem ferrão (Apidae, Meliponini) que constroem células reais.

Processo: 09/05315-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2009
Vigência (Término): 30 de abril de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Comportamento Animal
Pesquisador responsável:Vera Lucia Imperatriz-Fonseca
Beneficiário:Kátia Paula Aleixo
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Rainhas   Abelhas-sem-ferrão   Meliponini

Resumo

A formação experimental de colônias mistas é uma técnica interessante para promover a produção de rainhas em grande escala naquelas espécies de abelhas Meliponini que usam células maiores, conhecidas como células reais, para a produção das rainhas. Estudos da razão sexual já realizados em poucos gêneros de abelhas sem ferrão (Santos-Filho et al., 2006; Cabral, 2007; Alves et al., in press) mostram como é pequena a taxa de construção de células reais nas espécies estudadas até o momento. Um experimento preliminar para a aplicação da técnica de formação de colônias mistas para a produção de rainhas foi realizado, utilizando operárias de duas espécies de Meliponini com tamanhos diferentes; a espécie maior para construir as células de cria para a rainha da espécie menor, neste caso Scaptotrigona aff. depilis e Nannotrigona testaceicornis, respectivamente. O resultado foi a produção de um grande número de rainhas da espécie menor. O presente projeto visa aprofundar o estudo de colônias mistas formadas por N. testaceicornis a partir da introdução de operárias de S. aff. depilis , com ênfase no número de operárias da espécie maior mais adequado para formação de maior número de rainhas da espécie de tamanho menor. Serão formadas experimentalmente 3 colônias mistas. Um favo contendo pupas de S. aff. depilis será introduzido em colônias normais de N. testaceicornis, de modo que as operárias desta eclodirão na colônia de Nannotrigona. As variações serão no número de operárias de Scaptotrigona introduzidas nas colônias de Nannotrigona. O comportamento das operárias de Scaptotrigona será acompanhado para verificar a participação destas operárias no processo de POP da colônia de Nannotrigona, onde a rainha de Nannotrigona oviposita nas células de cria construídas e aprovisionadas pelas operárias das duas espécies. Os indivíduos que resultarem destas células construídas por operárias de Scaptotrigona serão analisados morfometricamente, e o número de rainhas produzido em cada experimento nos dará uma idéia do número de operárias de Scaptotrigona necessário para maior produção de rainhas de Nannotrigona testaceicornis.

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