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Análise da influência de estimulações calóricas seriadas nos déficits neurológicos avaliados pela escala de AVC do NIH em pacientes com AVC de artéria cerebral média na fase aguda

Processo: 06/53887-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2006
Vigência (Término): 30 de setembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:João Pereira Leite
Beneficiário:Caroline Maira Moreira Pittoli
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Acidente vascular cerebral   Artéria cerebral média   Atenção   Estimulação

Resumo

Introdução: O acidente vascular cerebral (AVC) compreende uma das principais etiologias causadoras de grande morbidade entre as afecções neurológicas. A oclusão da artéria cerebral média (ACM) ocasiona inúmeros distúrbios motores, sensoriais e associativos. A perda de atenção relacionada ao dano cerebral, assim como de déficits somatossensorial e motor após AVC podem ser transitoriamente recuperados através da estimulação vestibular calórica. Múltiplas estimulações sugerem prolongamento dos efeitos de melhora dos déficits neurológicos. Objetivos: Avaliar a influência das estimulações calóricas consecutivas nos aspectos neurológicos analisados pela escala de AVC do NIH (National Institute of Health Stroke Scale) em pacientes com AVC de ACM na fase aguda. Metodologia: Serão avaliados 45 pacientes com idade entre 45 e 75 anos e diagnóstico de AVC de ACM internados na Enfermaria de Neurologia - UE - HCFMRP - USP. Os pacientes serão divididos aleatoriamente em três grupos: grupo controle (sem estimulação), grupo I (1 estimulação) e grupo II (7 estimulações diárias). Imediatamente antes, 15 e 60 minutos após a estimulação calórica os pacientes serão avaliados através da escala de AVC do NIH. Todos os grupos serão também avaliados no 7º e 14º dia após a primeira avaliação. A estimulação ocorrerá durante 1 minuto na orelha contralateral à lesão sendo estimulada com ar a uma temperatura de 10ºC (estimulação fria); com a cabeça posicionada a 60º de extensão. (AU)