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Pesquisa dos limiares de frequencias ultra-altas em sujeitos portadores de perda condutiva.

Processo: 06/02266-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2006
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2006
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Andréa Cintra Lopes
Beneficiário:Beatriz Kuntz Almeida
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Audiologia   Perda auditiva

Resumo

Estudos recentes apontam a Audiometria Tonal de Freqüências Ultra-Altas (AT – AF) como um instrumento para o diagnóstico precoce de alterações auditivas, utilizada como medida profilática para a conservação da audição ou para evitar possível progressão de uma perda auditiva já existente. A audiometria de freqüências ultra-altas avalia sons acima de 8000Hz, dificilmente sendo percebidas pelos pacientes por estarem localizadas na base do ducto coclear, onde pouco influenciam na compreensão da fala. Observa-se um interesse crescente pela padronização destes limiares tonais, especialmente devido à relação de perdas auditivas nas respectivas freqüências com o uso de medicamentos ototóxicos, envelhecimento e exposição a ruído, bem como em indivíduos que apresentam otite média recorrente, patologias cardíacas e alterações metabólicas. Outros autores já investigaram a audição nas freqüências ultra-altas (AT-AF) em crianças com e sem histórico de otites crônicas e recorrentes. Notou-se que crianças com histórico de otite média têm piores limiares nas freqüências ultra-altas a crianças sem esse histórico. São consideradas perdas auditivas condutivas aquelas que resultam de patologias que comprometem a orelha externa (OE) e/ou orelha média (OM), reduzindo assim a quantidade de energia a ser transmitida para a orelha interna (OI). Vale lembrar que fluidos na orelha média provocam redução na VA, mas, algumas vezes, podem afetar a condução por VO, especialmente nas freqüências altas, mesmo quando a OI está íntegra. Assim sendo o objetivo será investigar os limiares de audibilidade nas freqüências de 250 Hz a 16kHz em sujeitos de 7 a 49 anos de idade, portadores de perda auditiva condutiva uni ou bilateral. Serão inclusos 30 participantes, de 7 a 49 anos regularmente matriculados na Clínica de Fonoaudiologia da FOB – USP, portadores de perda auditiva condutiva uni ou bilateral, com diagnóstico etiológico definido pelo médico otorrinolaringologista. Para todos os participantes serão aplicadas as seguintes provas: Entrevista específica, medidas de imitância, pesquisa da Função tubária acústica, audiometria tonal convencional e freqüências ultra-altas, logoaudiometria e a otoscopia, que será realizada pelo ORL anteriormente ao início dos exames.

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