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Uso de armadilhas fotográficas no monitoramento de mamíferos de médio e grande porte ao redor de açudes e riachos em paisagem silvicultural da bacia do Alto Paranapanema, São Paulo, Brasil

Processo: 10/06466-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2010
Vigência (Término): 31 de agosto de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Luciano Martins Verdade
Beneficiário:Myldred Ometto Spinelli
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/60954-4 - Mudanças socioambientais no estado de São Paulo e perspectivas para a conservação, AP.BTA.TEM

Resumo

A perda da vegetação original causada pela implantação de atividades antrópicas pode resultar em mudanças significativas na estrutura das comunidades biológicas, interferindo na composição, diversidade e comportamento das espécies que as compõem. Algumas espécies podem se beneficiar com a expansão de atividades agrícolas, enquanto outras ficam mais vulneráveis à fragmentação de habitats. Em paisagens agrícolas, áreas de preservação permanente (APP) são essenciais para a manutenção da biodiversidade por conterem os remanescentes de vegetação nativa. Nelas a presença de corpos d'água como riachos e açudes pode ser o fator determinante da capacidade de suporte para várias espécies. O conhecimento sobre os padrões de distribuição e abundância das espécies de mamíferos de médio e grande porte são necessários para sua conservação, mas em geral, são de difícil obtenção no campo. Sinais indiretos, como pegadas, e o uso de armadilhamento fotográfico podem fornecer informações sobre freqüência de ocorrência, período de atividade e área de vida para espécies com coloração malhada. O presente estudo tem por objetivo avaliar, por meio de armadilhamento fotográfico, o uso de açudes e riachos por mamíferos de médio e grande porte em área de silvicultura de eucalipto. Para isto serão utilizadas 16 câmeras fotográficas, dispostas em 16 unidades amostrais, oito açudes e oito riachos. As campanhas serão de cinco dias por mês, entre maio de 2010 e abril de 2011, resultando em um esforço amostral de 960 câmeras.dia.

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